Projeto leva educação tecnológica a jovens atletas de Itapevi
Parceria entre +1Code, Filma Eu e Raquetes para a Vida oferece formação digital a crianças de 8 a 12 anos
Vinte crianças atendidas por um projeto social de tênis em Itapevi, na Grande São Paulo, estão tendo o primeiro contato estruturado com programação, desenvolvimento de sites e criação de projetos digitais. A iniciativa reúne a +1Code, a Filma Eu e o Raquetes para a Vida em uma ação que busca complementar a formação esportiva com conhecimentos em tecnologia.
A parceria faz parte do programa Jogga e Aprende, criado pela +1Code e pela Filma Eu para aproximar projetos esportivos de atividades educacionais e tecnológicas. Nesta edição, participam alunos entre 8 e 12 anos, selecionados internamente entre as crianças e os jovens atendidos pelo Raquetes para a Vida.
As atividades já começaram e têm conclusão prevista para dezembro de 2026. Além dos conteúdos relacionados ao desenvolvimento de sites e projetos digitais, a formação inclui conhecimentos introdutórios de tecnologia e inglês básico.
O Raquetes para a Vida atua há mais de cinco anos em comunidades de Itapevi e utiliza o tênis como instrumento de desenvolvimento pessoal e social. O projeto trabalha valores como disciplina, cidadania e dedicação e busca ampliar as perspectivas de crianças e jovens atendidos pela iniciativa.
A aproximação com a +1Code aconteceu por meio de Adriany Carvalho, fundador do Raquetes para a Vida, e Diogo Bezerra, um dos fundadores da escola de impacto social. A partir das conversas entre as instituições, surgiu a proposta de acrescentar a formação tecnológica ao trabalho realizado nas quadras.
A Filma Eu é responsável pelo financiamento da iniciativa, enquanto a +1Code coordena e executa as atividades de tecnologia. O Raquetes para a Vida permanece à frente das ações esportivas e socioeducativas.
“O esporte e a tecnologia contribuem para o desenvolvimento de habilidades que as crianças levarão para diferentes momentos da vida. Ao aproximar esses dois universos, conseguimos ampliar o repertório dos participantes, estimular novos interesses e apresentar possibilidades que complementam a formação já oferecida pelo Raquetes para a Vida”, afirma Diogo Bezerra, fundador e CEO da +1Code.
Formação desde a infância
A proposta não tem como foco preparar as crianças para uma entrada imediata no mercado de trabalho. A intenção é apresentar, ainda durante a infância, conceitos que possam contribuir para o desenvolvimento de criatividade, raciocínio lógico, autonomia e capacidade de transformar ideias em projetos.
Para as organizações envolvidas, o contato inicial com a tecnologia também pode ajudar crianças e famílias a conhecerem novas possibilidades de formação acadêmica e profissional. A expectativa é que os participantes levem os conhecimentos adquiridos para outras etapas da vida.
“O Raquetes para a Vida já trabalha valores como disciplina, dedicação, autonomia e cidadania por meio do tênis. A parceria fortalece essa missão ao acrescentar conhecimentos que poderão acompanhar as crianças em diferentes momentos de suas vidas. Queremos que cada participante consiga olhar para o próprio futuro e enxergar um número cada vez maior de possibilidades”, afirma Adriany Carvalho, fundador do Raquetes para a Vida.
Para a Filma Eu, a participação no projeto amplia o alcance das ações voltadas ao desenvolvimento dos jovens, ao combinar educação e esporte em uma mesma trajetória.
“O esporte forma caráter e a educação abre caminhos. Juntar os dois é dar à criança as duas coisas de que ela mais precisa para construir o próprio futuro. A Filma Eu entrou para tirar essa formação do papel e sustentá-la até o fim, porque uma oportunidade só transforma quando chega de verdade até quem precisa dela”, afirma Thassio Roger, CMO da Filma Eu.
A +1Code já alcançou mais de 5.200 alunos desde sua criação, por meio de programas de educação tecnológica e empregabilidade. Atualmente, são 121 estudantes atendidos em iniciativas nacionais e internacionais, sendo aproximadamente 60% mulheres. O trabalho busca ampliar o acesso à formação tecnológica e estimular a diversidade no setor.