O Ministério da Saúde firmou uma parceria estratégica com a ImpulsoGov para impulsionar o uso de soluções digitais na Atenção Primária à Saúde (APS). A assinatura simbólica do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) Nº 21/2025 ocorreu em Brasília, com o objetivo de aprimorar o acesso e a análise de indicadores de saúde, fortalecendo a gestão e a tomada de decisão no SUS. O ACT foi publicado no Diário Oficial da União em 13 de outubro.
O secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, a diretora do Departamento de Cooperação Técnica e Desenvolvimento em Saúde (DECOOP/MS), Aline Costa, e o co-fundador e diretor executivo da ImpulsoGov, João Abreu, participaram da formalização. Com duração inicial de cinco anos, o acordo estabelece uma cooperação voltada ao desenvolvimento e ao aprimoramento de ferramentas digitais que apoiem profissionais e gestores da saúde pública em todo o país.
A ImpulsoGov é uma organização sem fins lucrativos que já apoia 320 municípios em 24 estados, oferecendo gratuitamente tecnologias e serviços para qualificar processos de monitoramento, gestão e comunicação na rede pública. A parceria com o governo federal permitirá ampliar o alcance das soluções e fortalecer políticas de cuidado na atenção primária.
Para João Abreu, a assinatura do acordo representa um passo importante na consolidação do trabalho da organização. “Essa parceria legitima um caminho que vem sendo construído há muito tempo, baseado em confiança, resultados e um propósito comum: fortalecer o SUS por meio do uso inteligente de dados e tecnologia. A assinatura institucionaliza nossa relação com o Ministério da Saúde e abre caminho para uma cooperação de longo prazo”, destacou.
O secretário-executivo Adriano Massuda ressaltou o caráter inovador da cooperação. “Essa é a primeira parceria formal do Ministério da Saúde com a ImpulsoGov. Esse acordo de cooperação técnica, construído em conjunto com a Secretaria de Atenção Primária, reforça nosso compromisso com uma gestão baseada em evidências e com o uso de tecnologia para aprimorar o cuidado à população”, afirmou.
A expectativa é que, com o ACT, os municípios possam contar com ferramentas mais eficientes para acompanhar indicadores, melhorar fluxos assistenciais e fortalecer o cuidado integral oferecido aos cidadãos na porta de entrada do SUS.